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Remando contra o Cristianismo de consumo

4.8.14 |


Fomos criados assim. Um comercial na TV nos chamava à atenção, pedíamos aos nossos pais para comprar tal produto e logo descartávamos o desejado objeto. Assim vivemos hoje. Estamos confortáveis sentados nos bancos de um templo no domingo à noite, exigindo algo para nos nutrir durante os próximos sete dias. Claro, não há envolvimento, não há compromisso, não há tempo disponível. Até porque não podemos deixar de lado nossas próprias coisinhas inclusive, não podemos parar de checar as notificações do facebook. A intimidade com o Senhor, o trabalho para Ele pode ficar pra outra hora.

Esses são sintomas de uma geração consumista e individualista, que não se importa com o outro, afinal, a sua vontade deve estar acima de tudo.

Apesar de fazermos parte dessa geração e ter essas características impressas nos nossos corações, devemos remar contra essa história de consumo no Cristianismo. Meus amigos que postaram aqui no blog da FEMEJO já falaram ‘trocentas’ vezes sobre aceitar a convocação do Senhor.

Em Mateus 25:14-30, Jesus conta a parábola dos três empregados. Recapitulando a parábola para quem não se lembra: um senhor que vai fazer uma viagem deixa talentos – na linguagem de hoje é descrito como moedas – nas mãos de três servos. Dois deles dobram a quantidade de talentos, um deles esconde. Nesse trecho aprendemos que:

1.       O trabalho que Deus requer de nós é de acordo com a capacidade de cada um. (Mateus 25:15)
2.       Deus rejeita quem pode, mas não faz nada. (Mateus 25:26)
3.       Quem não faz nada por Cristo, não tem um final legal. (Mateus 25:30)

E ainda: em sua primeira carta à igreja de Corinto, Paulo fala que o trabalho para Cristo não é em vão (1 Coríntios 15:58). Ou seja, mesmo que o que podemos é considerado pouco, devemos fazê-lo.


As cadeiras e bancos já estão quentes demais. É hora de fazermos algo e sairmos da nossa confortável situação de consumidores espirituais!

por Guilherme Agostinho

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