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Entre mim, ti e nós.

14.2.15 |


O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo. Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa. 
(1 João 1. 3-4)

Tenho me convencido cada vez mais da importância que Deus dá para um caminhar acompanhado. Na Bíblia, podemos constatar vários personagens que quando chamados e vocacionados por Deus, encontram em seu caminho alguém que lhes sirva de amigo para a jornada. Vejamos... 

Abrão quando recebe a promessa leva consigo sua esposa Sarai e seu sobrinho Ló (Gn 12.5). Moisés estava só no monte Horebe, e tendo o Senhor falado do meio da sarça ardente faz com que ele regresse ao Egito. No caminho Deus envia Arão para se encontrar com Moisés (Ex 4.27). Davi viveu muitas aflições enquanto Saul reinava. E então lemos um dos exemplos mais bonitos de amizade (Davi e Jônatas) (1Sm 18.1). Jesus ao enviar seus discípulos para anunciar o Evangelho da Paz os organizava de dois a dois (Mc 6.7). 

A Bíblia inteira sugere a comunhão, dada basicamente pelo relacionamento, com Deus e com a família da fé. Neste sentido estou convicto que o Reino de Deus se estabelece entre mim e meu irmão, importando-nos cuidar com a forma que este Reino será instituído, afinal, não é qualquer reino. É preciso buscar a perfeita comunhão. 

Para alguns é loucura imaginar uma família formada por pessoas pecadoras alcançando algo que é perfeito e desejável aos olhos de Deus, como vemos no Salmo 133: “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. [...] porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre”. NOTA: Gostaria de ressaltar sobre o Salmo anterior, que existem bênçãos que o Senhor só derrama enquanto estamos reunidos como Corpo. 

Voltando à leitura de 1 João 1 temos os seguintes versículos: Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça (7-9). 

Portanto o segredo está na remissão de nossos pecados, em perdoar e ser perdoado, em confessar e ser curado, desta forma alcançamos a perfeita comunhão e por conseguinte o óleo que é semelhante ao derramado sobre a cabeça de Arão (referenciando novamente o Salmo 133). 

Senhor, venha o Teu Reino sobre nós, estabeleça-o no meio do Teu povo, dê nos a capacidade de liberar o perdão para que Teu Corpo cresça em perfeita comunhão e tenhamos o gozo de vivenciar a bênção e a vida eterna que Tu tens prometido à Tua Igreja. Em nome de Jesus. Amém.

por Matheus

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